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Sigue la intolerancia promovida por los seudoevangélicos

Na madrugada de 4a para 5a feira, a Tenda Santa Sara Khali Tsara Antal Kóczé dirigida pelos nossos irmãos Joelmir de Oxosse e Beatriz Machado, foi invadida na madrugada por fanáticos religiosos de seitas eletrônicas que destruiram imagens e parte das dependências, chegando ao requinte de colocar chifrinhos numa das imagens da santa.

A invasão só foi descoberta na 6a feira, quando os dirigentes chegaram para realizar sua sessão.

Repetem-se assim, os atos de intolerância religiosa que vem se tornando recorrentes no Estado do Rio de Janeiro, apesar dos esforços de todos os umbandistas e candomblecistas visando poupar atos de violência religiosa.

Pelo visto todas essas ações serão inúteis, diante da ausência de uma ação dura e enérgica por parte das autoridades constituídas, a começar pelo Ministério da Justiça que comanda a Polícia Federal, que deve agir em conjunto com a Polícia Civil dos Estados e os Ministérios Públicos Federal e estaduais.

O crime de intolerância religiosa vem se alastrando no país através de fanáticos que saem das fileiras das seitas eletrônicas que proliferam graças a programas de TV que, além de agirem como caça-níqueis, ainda estimulam o ódio religioso.

Cadê a Anatel, agência reguladora que deveria fazer cumprir a Lei Geral de Telecomunicações que proibe isso?

Cadê o Ministério da Justiça, surdo, cego e mudo diante desses atos de fanatismo?

Cadê o Ministério Público, tão vigilante da Lei, mas que até hoje não se manifestou de forma vigorosa?

Não é possível que fiquemos SOZINHOS nessa luta contra a intolerância religiosa!

Estamos enfrentando máquinas de ódio religioso encasteladas em programas de rádio e TV, sob absoluta complacência do governo federal. Esses programas atuam na lavagem cerebral de gente ignorante que acaba convencida de que os seguidores dos outros credos são adoradores do demônio

Vamos agir dentro da lei, como sempre, junto ao MP, o governador Sérgio Cabral e o Secretário de Polícia Civil.

A Polícia quando quer acha criminosos. Se quiser, achará os invasores dessa Tenda. Por isso, não podemos deixar passar em branco a ação policial nesse episódio. É SUA OBRIGAÇÃO investigar e achar os invassores.

Por isso recorremos ao governador Sérgio Cabral, autoridade máxima no Estado. Isso não exime, contudo, a ação do Ministério da Justiça. A não ser que estejam esperando uma morte acontecer...

ÁTILA NUNES FILHO e ÁTILA NUNES NETO
Disque Intolerância: 21-24610055
atilanunes@emdefesadaumbanda.com.br

Y hablando de Marambaia...

...he aquí una buena noticia, aunque con un año largo de atraso:

Brasil: vitória da luta dos quilombolas da Marambaia


Comunidade quilombola deve receber títulos de propriedade da Ilha da Marambaia (RJ). Decisão da Justiça foi dada em ação civil pública do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.

26 de março de 2007

A Justiça Federal do Rio de Janeiro decidiu que a comunidade quilombola residente em uma área da Ilha da Marambaia, no município de Mangaratiba, deve permanecer no local e ainda receber o título de propriedade da terra. A decisão é resultado de uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal, por meio do procurador regional da República Daniel Sarmento.

A ação pedia que fosse reconhecido o direito dos remanescentes do quilombo que existia na ilha de continuarem morando no local.

Aproximadamente 90 famílias moram na Ilha da Marambaia desde antes da abolição da escravatura, no entanto, desde que a Marinha do Brasil passou a administrar o local, os moradores começaram a sofrer uma série de restrições com o objetivo de retirá-los da ilha. A pedido do MPF, a Justiça Federal determinou que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), além de identificar a comunidade, promova a delimitação, demarcação, titulação e registro imobiliário das terras ocupadas no prazo de um ano (a contar da data da sentença), sob pena de multa de cem mil reais por mês que ultrapasse esse prazo.

A Justiça determinou também a União identifique os remanescentes e tolere a permanência dos mesmos na ilha, sem tomar qualquer medida que vise a retirada ou destruição ou danificação de suas casas. E ainda permita que os quilombolas mantenham o seu tradicional estilo de vida e construam casas dentro de suas terras para seus descendentes.

Processo nº2002.51.11.000118-2

FONTE: Procuradoria Regional da República da 2ª Região em 26-03-07

Brasil me enorgullece con actitudes como esta, aunque todavía haya mucho más camino para recorrer.

Paulistanos não podem adotar gatos pretos nas sextas-feiras 13

Centro de Controle de Zoonoses proíbe adoção desses animais próximo à data.
Veterinários temem que animais sejam sacrificados ou vítimas de maus-tratos.
Silvia Ribeiro Do G1, em São Paulo


De animal venerado no Egito antigo, os gatos se tornaram séculos mais tarde alvo de superstições de toda a espécie no Ocidente. Até os dias de hoje, há quem associe os felinos de cor preta a mau agouro e a todo tipo de superstição. Para evitar que os gatos pretos sejam vítimas de maus tratos, o Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ), órgão ligado à Secretaria Municipal da Saúde, baixou há cerca de cinco anos norma que proíbe a adoção desses bichanos “alguns dias antes” antes das sextas-feiras 13.

Quem explica é a veterinária Solange Germano, de 51 anos, há mais de 20 atuando no CCZ. Ela prefere não especificar quanto tempo antes das sexta-feiras 13, data envolta em misticismo, a proibição é aplicada para que os mal intencionadas não tentem burlar a determinação. A norma teve início quando um desses suspeitos tentou adotar um gato de cor preta do Centro de Controle de Zoonoses, responsável por zelar por esses animais e controlar a população de animais domésticos da capital.“Embora não tenha uma estatística que diga o que pode acontecer, já ocorreu uma vez de uma pessoa vir aqui à procura de um animal preto. Ela falou para a funcionária: ‘Eu vou fazer um trabalho e preciso de um gato preto’”, relembra a veterinária. Ele não foi o único. Outros suspeitos, conforme relata Solange Germano, já sondaram o CCZ em busca de gatos pretos próximo à data. Animais de cor preta, como galinhas e patas são freqüentemente encontrados mortos por rituais de sacrifício por agentes do órgão.

Critério

Como medida preventiva, o CCZ redobrou os cuidados no período que antecede as sextas-feiras 13. Além dessa proibição, quem deseja adotar um bichano ou um cão deve antes passar por uma “entrevista pente-fino”. O objetivo é identificar se o interessado tem condições de criar um animal (confira abaixo os pré-requisitos para a adoção no CCZ) “Quem vem adotar, adota porque gosta. Não vem escolher por cor”, avalia Solange Germano, acrescentando que os mais procurados são filhotes e animais de raça.

Os candidatos a criar gatos e cachorros recolhidos pelo Centro de Controle de Zoonoses, cuja sede de adoções localiza-se em Santana, na Zona Norte, podem até receber futuramente visitas de agentes que verificam as condições do bicho. É necessário pagar uma taxa (R$13,80, que já inclui o chamado Registro Geral Animal) e retirar os bichinhos com uma caixa de transporte (gatos) e coleira e guia (cachorros). Os animais já são entregues castrados e com as vacinas em dia.

Sem pedigree

Atualmente, segundo a veterinária Solange Germano, há 64 gatos para adoção no CCZ. Desses, 19 são pretos e a maioria “vira-latas” - o que pode representar uma vantagem porque têm resistência maior em relação aos animais com pedigrees. Apesar do preconceito infundado, os gatos são os líderes de procura no “gatil” do Centro de Controle de Zoonoses que recolhe na capital animais vítimas de maus-tratos e abandonados em lugares públicos.De janeiro até 31 de maio deste ano foram adotados no órgão municipal 174 gatos, enquanto 120 cães ganharam novos donos. “Gato exige menos espaço. Não faz barulho. Não incomoda. Pode ser criado até em apartamento”, justifica a veterinária, dona de sete gatinhos. Estima-se que, ao todo, existam 280 mil gatos na cidade de São Paulo.

Confira o que é necessário para adotar cães e gatos no CCZ:
- Apresentar RG, CPF e comprovante de residência
- Ser submetido a entrevista que avalia as condições do interessado de criar o bicho
- Pagar taxa de R$ 13,80
- Levar caixa de transporte (para gatos) e coleira e guia (para cães)
- O setor de adoção do CCZ fica na Rua Santa Eulália, 86 (Santana – Zona Norte)/ Tel. (11) 2224-5500