Lygia Milton, la transparente fascinación del paisaje


Nasceu em Salvador, Bahia. Fez "Curso Livre" na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, durante 3 anos com o Prof. Rescala. A partir de 1963, dedicou-se inteiramente às Artes Plásticas, onde vem atuando com todo empenho até a presente data.

A sua técnica preferida é óleo sobre tela, entretanto, faz xilogravura, guache, aquarela, serigrafia e escultura.

Participou de várias exposições individuais e coletivas nacionais e internacionais. Obteve várias premiações, inclusive medalhas e paletas de prata e de ouro, perfazendo um total de mais de trinta prêmios. Em 91 e 93 participou do Troféu Internacional Medusa Áurea da Accademia Internazionale de Roma onde foi mais uma vez premiada. Hoje é sócia correspondente da mesma Academia.

Foi membro fundador da Associação de Artistas Plásticos Modernos da Bahia (ARPLAMB), fazendo parte da 1a Diretoria como 1a Tesoureira.

Fez parte de várias agendas da Colorama Artes Gráficas, teve uma de suas obras na capa da "Seleção do Reader Digest", em março de 1985 e ilustrou alguns livros de poesias.

Críticos famosos de arte e jornalistas escreveram sobre o seu trabalho, em apresentações de catálogos e jornais. Está citada em dicionários de arte, Enciclopédias e livros de arte.

Em 1996, a Accademia Internazionale D'Arte Moderna de Roma lhe conferio o título de "Sócio di Merito".

Em 2003 participou do Salon International 'Grand Marché D'Art Contemporain - Place de La Bastille em Paris, e Salon international Nature Animaux, Espace Autenil em Paris-França, em 2004 no Salon International de Prestige, Le Monde de La Culture et des Arts, em Cannes recebeu "A Grande Medalha de Ouro", na França.

Em 2004 na avant-première du Projet "2005--Année duBrésil em France", na Galerie D'Art François Mansart recebeu o Diplôme Officiel " Mention d'Honneur" com o quadro O Raiar do Dia.

Em 2004 "recebeu o Diplome D'Honneur no Carrousel do Louvre no Au Salon de la Nationale de Beaux Arts" .

Conocí a Lygia en ocasión de una muestra suya en el Hotel San Rafael de Punta del Este, en 1976. Hicimos una amistad de cartas durante varios años -en aquellos tiempos no existía Internet- y volví a verla en Salvador, en su casa de Pituba, rodeada de tallas portuguesas y follajes en 1994. Con su marido el doctor Geraldo Milton y su amiga Alyda Lobão compartimos una cena de reencuentro donde pusimos al día la vida transcurrida en el entretanto.
Y siempre me emociona su pintura por esa fragilidad despojada, que hace estremecer al que mira con una interrogante metafísica...